Presentes mais bregas e perfeitos para namorados

Dia dos namorados é para a gente ser brega mesmo, porque se for pra ser comedido a gente nem namora! Junho é um dos meus meses favoritos por dois motivos: festas juninas e dia dos namorados (mesmo solteira). Então, hoje mostro os presentes mais bregas e perfeitos para namorados (que eu daria e amaria ganhar).

1 – Almofada “Você robô meu coração”: quem nunca deu pelúcia pro namorado levanta a mão! haha. E quando ele ainda vem com uma frase brega? Gente, quando vi esse robô da Imaginarium gamei e tinha que ser o primeiro por aqui.

2 – Caneca Han Solo e Leia: eu sou aquela namorada que adora dar caneca e para aqueles que não tem muita criatividade pode comprar já pronta como essa da Imaginarium ou mandar fazer uma personalizada com algo que represente vocês.

3 – Aliança de compromisso ou um presente eterno: quem nunca teve aliança de compromisso levante a mão haha. Não precisa ser necessariamente esse o propósito, mas é uma excelente dica para aqueles que amam dar presentes que duram por toda a vida. Ela/ ele merece, né? A Pandora é hoje minha loja favorita e tem várias jóias inspiradas no amor.

4 – Vídeo com fotos e vídeos de vocês: esse pode custar somente teu tempo e criatividade para elaborar ou pagar um profissional para fazer. Lembrando que também dura por toda a vida e único.

5 – Viagem: sabem aquela viagem que sempre querem ir, mas deixam pra depois? Organiza sem ela/ele saber e dá dia 12/06! Sei que não é um presente brega, mas é clichê.

Óbvio que nada disso tem sentido se no dia a dia não tem respeito, não tem amor, não tem companheirismo. Claro que nem sempre estamos em um dia bom ou em uma época boa e nem sempre estamos dispostos. Porém, o amor sempre vale a pena. SEMPRE!

Corram riscos, se joguem, sejam bregas, amem com toda a intensidade e não se esqueçam de valorizar os pequenos detalhes, porque tudo que é material vai embora. O que fizemos no dia a dia é o que fica. Desde já um feliz dia dos namorados a todos.

Beijos,

Thálita Montenegro é formada em licenciatura plena em pedagogia, pós-graduada em Educação Especial e professora. Criou o blog Thah de Pavulagem em 2011 por amar escrever e compartilhar suas experiências. Paraense, 27 anos, sagitariana, louca por livros, academia e tudo do universo feminino

VEJA TAMBÉM

Schutz Disney Villains: desejo

Não precisa nem me conhecer pessoalmente pra saber que eu amo itens de coleção e piorou se ainda for da Disney! E parece que não sou só eu! Hoje venho falar de mais uma coleção maravilhosa: a Schutz Disney Villains.

Ela é composta por produtos entre bolsas, sapatos e acessórios inspirados em três vilãs: Malévola, Lady Tremaine e Cruella De Vil. Eles vão dos mais básicos até os mais fashions, porém com muito glamour.

O preço não é do mais acessível, afinal estamos falando de Schutz, mas vale super a pena dar uma conferida e quem sabe até investir (confesso que estou super tentada) em algum produtinho. Vamos aos produtos que mais curti (e fica a dica pro crush de presente para o dia dos namorados haha):

Cruella De Vil: Esse scarpin metálico e o vermelho senhooooooor… que isso? Meus favoritos de toda a coleção! Sim! Neles que estou tentada a investir, mas o anjinho amigo do bolso tá me controlando! E essas bolsas? <3

Malévola: Outro produtinho que estou super apaixonada é essa bota over the knee! Porém, lembro que moro em Belém e a vontade passa haha. E essa mala? Já imagino meu próximo destino!

Lady Tremaine: Agora olhem essa mala de mão! Gente, quero viajar amanhã! As bolsas tira colo estão uma graça e tem pras mais ousadas e mais tradicionais. Quero tudo!

Obviamente postei os produtos que mais me chamaram atenção, mas vocês podem ver todos os produtos AQUI . Se gostou de algum item, corre, mulher! Porque tá esgotando tudo.

Beijos,

Thálita Montenegro é formada em licenciatura plena em pedagogia, pós-graduada em Educação Especial e professora. Criou o blog Thah de Pavulagem em 2011 por amar escrever e compartilhar suas experiências. Paraense, 27 anos, sagitariana, louca por livros, academia e tudo do universo feminino

VEJA TAMBÉM

13 Reasons Why: vamos falar dos sentimentos?

A série 13 Reasons Why (Os 13 porquês) está super em alta e nas redes sociais é basicamente o assunto do momento. Aproveitei o final de semana e em dois dias vi toda a série. Valeu super a pena!

Confesso que foi complicado pra mim, pois achei a série forte. Muitas cenas de estupro, de dor e de violência que me sufocaram. Porém, é um assunto que muito me interessa devido ao meu trabalho como professora e obviamente por ser parte de uma sociedade que está inserida neste contexto.

Eu sou um pouco velha e na minha época não existia a palavra bullying, mas ela fazia parte da minha vida assim como de todos nós. Não lembro de ter sofrido bullying antes da minha 8ª série (hoje 9º ano/9), mas tive vários colegas que sim. Algumas vezes lutei por eles e obviamente sofri as consequências que é interessante ressaltar que não me arrependo.

Por lembrar como é a adolescência acredito muito na importância da série e da forma como ela aborda o assunto. Nossos jovens na maioria das vezes não compreendem que cada um reagirá de forma diferente a determinadas situações e levam tudo na brincadeira. Não compreendem que para um é uma coisa boba e para outro é um gatilho para várias consequências.

Bullying não traz somente consequências para quem sofre, mas quem pratica. A série foi maravilhosa nesse sentido, pois mostra que não traz consequências somente jurídicas, mas psicológicas também.

Infelizmente vivemos em uma sociedade que incompreende o diferente. Seja este diferente no físico ou psicológico. O que é muito louco, porque todos nós somos diferentes um do outro em alguma coisa. No máximo somos parecidos com o outro.

O diferente sempre me atraiu! Dentro da licenciatura trabalho com pessoas com deficiência e seja na sala regular ou não vejo um erro gravíssimo: trabalhar a igualdade. Todos nós somos diferentes e acredito na luta pela equidade para assim conquistarmos nossos direitos com justiça.

Sugiro aos pais que antes de deixarem os filhos assistirem a série busquem assistir primeiro para então decidirem se deixarão eles assistirem sozinhos ou se irão acompanhar com eles. Mesmo que deixem eles assistirem sós indico conversarem com os filhos a cada episódio.

Sentimento é algo muito sério e diferente da escola particular os alunos da escola pública não tem orientador como o Sr. Porter na série 13 Reasons Why. Eu sempre me coloquei a disposição dos alunos da escola (não somente os meus) para falarmos sobre os sentimentos e buscarmos juntos compreender tudo. Algo que facilita é eu ser uma professora fisicamente nova, aparento ter a idade deles.

Muitos me procuram, deixo sempre eles colocarem o ponto de vista deles e ao final não coloco meu, mas faço reflexões. Julgar/ pensar o pior é sempre o caminho mais fácil. Difícil é ter empatia, se colocar no lugar do outro.

Somos responsáveis pelo outro! Não tem problema não estar tudo bem, mas juntos podemos passar por qualquer coisa. Tudo ficará mais fácil., acredite.

Vamos começar com coisas simples! Que tal dizer ‘bom dia’ a um desconhecido? Ou um ‘eu te amo’ àquela pessoa que amamos e por isso achamos que não precisamos dizer?

Beijos,

Thálita Montenegro é formada em licenciatura plena em pedagogia, pós-graduada em Educação Especial e professora. Criou o blog Thah de Pavulagem em 2011 por amar escrever e compartilhar suas experiências. Paraense, 27 anos, sagitariana, louca por livros, academia e tudo do universo feminino

VEJA TAMBÉM

Feliz Páscoa! Feliz Ano Novo! Metas de 2017?

Acredito que este será o post mais motivacional/autoajuda que já fiz neste blog. Então, se estiver precisando ou não ler, fica mais um pouco e leia até o fim. Pode ser que nem saibas que precisas destas palavras. Então, desde já, Feliz Páscoa! Feliz Ano Novo.

Thálita, feliz Ano Novo em abril? Bom, prometi que meu primeiro post este ano seria sobre minhas metas de 2017 como estava acostumada a fazer, mas este post não veio. Queria fazer vídeo e o vídeo não veio. Peço inclusive desculpas por isso.

Ano de 2016 foi o pior ano da minha vida! Olha que eu pensei que tivesse sido 2012, mas 2016 conseguiu superar. Ainda hoje está sendo muito difícil levantar, mas eu digo pra mim mesma depois de tanta coisa que passei que meu Ano Novo está sendo em abril.

Vários anos passei fazendo uma lista de metas, mas este ano fiz diferente. Tenho somente uma meta e sabe qual é? Ser feliz.

A gente erra demais, faz muita coisa sem perceber que as consequências serão as piores possíveis e que não estamos preparados para elas. E então vem a cobrança, vem o desespero, vem o arrependimento e vira uma bola de neve. Por vezes nem é nossa culpa e nem culpa do outro, mas somos humanos e imperfeitos.

O melhor a se fazer é acalmar, parar e repensar. Nossa como isso é difícil! Mas te lembro: a lagarta só se torna borboleta porque na fase de pupa constrói um casulo e lá repousa de uma semana a um mês dependendo da espécie (da necessidade). Quando ela estiver preparada rompe o casulo e a transformação foi feita: se tornou borboleta!

Uma transformação radical assim só se faz com dor, sofrimento. Só nascemos porque nossa mãe sentiu dor! Óbvio que gostaríamos que as coisas fossem mais fáceis, mas nem sempre é assim e nem por isso vamos deixar de acreditar num futuro melhor. E lembro também que nem sempre aprendemos no amor e vem a dor para nos ensinar.

Lá em 2012 quando eu passava por dificuldades uma pessoa me apresentou um texto que hoje também está me ajudando. O texto ‘Largar o copo‘. Ele diz que a gente precisa largar o copo para ser feliz, porque quanto mais a gente segura mais pesado fica, mais dor sentimos.

E é muito difícil conseguirmos fazer isso. Se temos um sonho é difícil deixar ir, se amamos alguém é difícil deixar ir. Porém, diversas vezes é necessário para que as coisas se ajeitem e a vida continue seu curso.

Não por isso somos fracos, pois com certeza lutamos muito para que aquilo que queríamos acontecesse. E pode até ser que aconteça depois de conseguirmos largar. Não aconteceu antes porque não era a hora ou não estávamos preparados. Porém, se não acontecer tudo bem também, pois algo melhor nos espera.

A vida é difícil porque não conseguimos largar o copo, não conseguimos viver leve. Tudo bem passar por tristezas, chorar, mas lembre que essa fase vai passar. Leia também o texto ‘Tudo Passa‘ do Chico Xavier que é maravilhoso.

Para encontrarmos a paz e a felicidade não podemos deixar o orgulho tomar conta. Sejamos sempre amor, sempre bom, sempre luz. Vamos deixar o tempo fazer seu papel.

E mais uma coisa: precisando eu sempre estarei aqui! A gente pode se conhecer ou não, mas estou disposta a te ajudar mesmo quando eu estiver também precisando de ajuda. Tu não estás só!

Páscoa é renascimento! Vamos renovar nossos sonhos, nossas metas! Feliz Páscoa! Feliz Ano Novo!

Beijos,

Thálita Montenegro é formada em licenciatura plena em pedagogia, pós-graduada em Educação Especial e professora. Criou o blog Thah de Pavulagem em 2011 por amar escrever e compartilhar suas experiências. Paraense, 27 anos, sagitariana, louca por livros, academia e tudo do universo feminino

VEJA TAMBÉM

Esmalte: Ana da Vult + cobertura fosca

Eu fico sempre um período desmotivada com as unhas, não esmalto e quando volto, volto com força total. Deu uma saudade de esmalte rosa e escolhi o Ana da Vult. Amor a primeira vista!

Queria um esmalte rosa bem barbiezinha, sabe? Aquele rosa de chiclete e essa é a cor do esmalte Ana. Porém, estou em uma fase de esmalte fosco e por esta razão usei em cima da cobertura estra fosca da Impala e a cor mudou um pouco, mas ficou do jeito que eu queria.

Conselho de amiga: sempre tenha uma cobertura fosca em casa! Ela salva aqueles dias que estamos cansadas da mesmice.

O ponto positivo dos esmaltes da Vult é que eles secam com uma rapidez surpreendente e hoje eu praticamente não uso outra marca. Porém, esta cor especificamente tem um ponto negativo: cobertura ruim. Precisei de três camadas para ficar com esta aparência, pois é bem ralinho.

Comprei o meu na Renner por R$8.

Gostaram?

Beijo

Thálita Montenegro é formada em licenciatura plena em pedagogia, pós-graduada em Educação Especial e professora. Criou o blog Thah de Pavulagem em 2011 por amar escrever e compartilhar suas experiências. Paraense, 27 anos, sagitariana, louca por livros, academia e tudo do universo feminino

VEJA TAMBÉM