Doação de cabelo – 30 antes dos 30 #1

No post sobre as minhas metas de 2016 disse que uma delas era começar a tag 30 antes dos 30 e a primeira meta era a doação de cabelo. Aqui está a meta cumprida! Sei que o cabelo longo é o sonho de toda mulher, que chama atenção e eu amo muito, porém este ano é um ano de mudanças e de desprendimento.

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Entrei na faculdade em 2007 e todo mundo já me conheceu de cabelo grande, conheci o namorado com cabelo grande, saí da faculdade com cabelo grande, entrei na especialização com cabelo grande, estudei pra concurso com cabelo grande, saí da especialização com cabelo grande, entrei na Seduc com cabelo grande e agora em 2016 quero mudar um pouco as coisas. temos que lembrar que nosso cabelo cresce e de várias pessoas não.

A ORVAM (Organização dos Ribeirinhos Vítimas de Acidente de Motor) é uma ONG fundada em 2011 e é a única do Pará que trabalha diretamente em prol das pessoas vitimas de escalpelamento. Para quem não sabe é um acidente brusco e acidental que arranca o escalpo (couro cabeludo arrancado do crânio) humano. Muito comum no Norte do Brasil provocado pelo motor sem proteção dos barcos.

No dia que deixei os cabelos lá fiz algumas perguntas para ajudar vocês que também estejam pensando em cortar os cabelos. Quero com isso conscientizar sobre a importância de não jogar os cabelos fora como muitas meninas disseram ter feito por não saber que poderiam doar. Vamos as perguntas?

Qual o endereço da ONG?
Av. João Paulo II lote 134 entre Mariano e Coração de Jesus
Castanheira
CEP: 66645-240
Belém-PA

Horário de funcionamento?
Segunda, quarta e sexta das 8h as 17h e não fecham para almoço.

Quantas pessoas estão cadastradas para receber as perucas?
121 integrantes

Qual o tamanho ideal para doar?
30 cm. Entretanto, recebem também outros tamanhos de cabelo.

Cortam o cabelo lá?
Não. A pessoa que quiser doar tem que ir ao salão e pedir ao cabeleireiro fazer vários rabos de cavalo com uma liga bem firme e cortar.

Para confeccionar uma peruca é necessário 10 metros de cabelo que equivale a cinco cortes dependendo do volume. Cada peruca dura em torno de 1 ano e meio a 2 anos. Fazendo as contas vemos a necessidade de divulgar este trabalho tão bonito e importante.

No momento a ONG está sem parcerias e estão precisando de doações em dinheiro também. Pessoas de fora de Belém também podem ajudar. A ajuda servirá para pagar energia, segurança, manutenção das máquinas e sede, internet, telefone, touca para as perucas, banner, folder e também para enviar perucas para outros municípios e mulheres acometidas pelo câncer do Ophir Loiola e Hospital Infantil Oncológico. A conta corrente é:

Banco do Brasil
AG 4451-2
C/C 16.007-5

Ah, caso tu queiras ser um voluntário é só entrar em contato pelo telefone acima ou por e-mail contato.orvam@gmail.com . Página no facebook AQUI.


Conhecem alguém que queira mudar o visual? Compartilha este post!

Beijos,

Thálita Montenegro é formada em licenciatura plena em pedagogia, pós-graduada em Educação Especial e professora. Criou o blog Thah de Pavulagem em 2011 por amar escrever e compartilhar suas experiências. Paraense, 31 anos, sagitariana, louca por livros, academia e tudo do universo feminino

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APA Ilha do Combú – Pará

Eu disse que era meta o #thahpavulando e aqui está o nosso primeiro! Estou muito feliz em poder trazer esse quadro pro blog, porque eu vejo muitos amigos de outros estados que querem vir a Belém, mas não sabem muito o que podem fazer, o que vão encontrar, quanto vão gastar. Nada melhor do que ajudar e estamos começando com um lugar maravilhoso: a Ilha do Combú.

 

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A Área de Preservação Ambiental Ilha do Combú localizada a 1,5km de Belém, pois eu também queria muito conhecer. A ilha tem 15 km² e muita coisa para explorar. Eu fui já na hora do almoço, mas quem quiser aproveitar tudo, sugiro que vá bem cedo. Acredito que essa seja a parte 1, porque quero muito fazer a trilha por dentro da Ilha.
Para chegar ao Combú temos que pegar um barco na Praça Princesa Isabel que fica no final da Avenida Alcindo Cacela (muito fácil de chegar) com a Avenida Bernardo Saião. Pisou na praça é só dizer o restaurante que tu vais que eles te orientam qual barco pegar. A viagem custa R$5 a ida e R$5 a volta por pessoa (pra restaurantes mais perto custa R$4 cada trajeto por pessoa). Não tem como comprar o ticket por internet, porque é tudo muito simples e o pagamento é no dinheiro.
Fui de carro e escolhi colocá-lo em um estacionamento privativo localizado na própria praça que a diária é 15 reais (fica a dica). Achei ótima essa facilidade e o preço, já que em alguns estacionamentos custam 5 reais somente 2 horas. Fui muito bem tratada por todos os funcionários.
Escolhemos ir ao Restaurante Chalé da Ilha do Combú por recomendação e foi maravilhoso! Chegamos em 20 minutos no máximo, Ah, o restaurante mais conhecido na Ilha é o Saldosa Maloca. Acredito que seja porque ele é bem próximo ao porto. Quem sabe na próxima iremos lá mostrar pra vocês!
O Chalé me lembrou demais a minha infância de igarapé. Aliás, eu jurava que a água seria gelada, mas estava muito gostosa. Escolhemos ficar em uma mesa na beira da água e deu tranquilo pra gente largar as coisas lá e tomar um banho. Pra quem não gosta de brega lá só toca MPB (de regional tocou carimbó).
De entrada pedimos uma casquinha de caranguejo e quase chorei quando vi que era casquinha de verdade! Antigamente a gente ia a qualquer lugar e o caranguejo era servido dentro da casquinha do caranguejo (por isso o nome) e hoje é servido no prato. Lá eles mantêm a tradição! Vinha farofa e vinagrete de acompanhamento. Uma delicia e a polpa muito bem catada.
Para almoçar eu queria peixe! Pense em uma pessoa que ama peixe! Escolhi um tambaqui. Como não sabíamos se um P daria para dois, pedimos um M. A garçonete também ficou em dúvida quanto ao tamanho, mas pedimos um M. Quando o prato chegou ela disse que trocou o nosso pedido pra tamanho P, porque iria dar (e deu). Achei super gentil da parte dela!

Pedi para beber um suco de muruci que estava uma delicia e veio sem açúcar. Ótimo pra quem não pode adoçar ou usa um adoçante especifico. Eu quase não coloquei açúcar, pois a fruta estava doce (Tudo muito natural, É que nem o açaí que aqui é bem docinho quando batido na hora. Congelou, já era).

Terminando o muruci pedi um copo de suco de cupuaçu que também estava muito bom. Porém, tem a opção da jarra de suco que fica mais em conta. Como o namorado ficou na cerveja, escolhi o copo pra não estragar comida.

Para fechar o dia de comilança pedimos de sobremesa um creme de cupuaçu e um pudim de leite que estavam maravilhosos. Pra gente bastava ter pedido só uma sobremesa, porque a quantidade era bem generosa.
Mesmo que eu não tivesse gostado do restaurante, a viagem já valeria super a pena. Eu recomendo irem a um restaurante mais distante como esse que fomos pra aproveitarem bem a vista e baterem muitas fotos lindas! Eu nem parecia paraense de tão abobalhada que fiquei. Se tu gostas disso, vais ver no vídeo que o que eu falo é verdade.
Vamos fazer as contas do passeio para duas pessoas? No restaurante gastamos R$101 (já com 10% de gorjeta) + R$15 de estacionamento + R$20 de passagem de barco = R$136 ao todo. Achei o preço bem agradável olhando a viagem inteira e os momentos tão bons.

Essa foi a minha experiência! Espero muito que vocês tenham curtido tudo junto comigo, porque foi um dia incrível! Estou muito feliz em poder mostrar um pouco mais da minha cultura no blog, porque esse sempre foi um dos objetivos dele (vejam pelo seu nome).

Beijos,

Thálita Montenegro é formada em licenciatura plena em pedagogia, pós-graduada em Educação Especial e professora. Criou o blog Thah de Pavulagem em 2011 por amar escrever e compartilhar suas experiências. Paraense, 31 anos, sagitariana, louca por livros, academia e tudo do universo feminino

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